terça-feira, 7 de outubro de 2014

TECNOLOGIA ASSISTIVA PARA A CRIANÇA COM PARALISIA CEREBRAL NA ESCOLA: IDENTIFICAÇÃO DAS NECESSIDADES

Ao lermos e analisarmos o artigo nos deparamos com novos conceito e com um novo ideal de Educação para crianças com Paralisia Cerebral. A leitura sobre o assunto nos permite entender como cada vez mais, faz-se necessário preparar os professores para atuarem em sala de aula com crianças com necessidades educacionais especiais.
Ficou nítido, com a leitura a qual fizemos a real fragilidade das escolas em adaptar-se as dificuldades colocadas a ela, bem como a preparação de uma equipe que envolve desde a gestão até os funcionários inseridos no meio escolar.
O uso da tecnologia assistiva na escola demanda não somente o recurso, mas também um serviço que ofereça estratégias para o seu uso. É necessário que toda a dificuldade seja observada, para ser bem trabalhada, dando ao aluno a assistência correta e desenvolvendo, assim, habilidades que o levem a se reconhecerem como seres humanos capazes de aprender e interagir no meio o qual estão inseridos.

Vale ressaltar, inclusive, o caráter de poder-ser que esta noção comporta, ao incluir a perspectiva de passado, presente e futuro, na vivência atual, que se abre para um projeto que se situa sempre numa possibilidade de ser, e que não se fecha ou se encerra aí. Pois na medida em que as experiências surgem e eu me volvo para elas, sou capaz de seguir esse fluxo e me situar diante do mundo, assumindo escolhas e projetando na existência que essa experiência revela e nela me envolve (DUTRA, 2000, p. 53).

Com isso, vimos a real necessidade da preparação e capacitação dos professores, não admite-se mais professores sem o mínimo de conhecimento em inclusão, pois os alunos já estão em sala de aula, e é o nosso papel incluí-los e não apenas integrá-los nos meios educacionais.

APENAS PARA UMA BREVE REFLEXÃO

Nos dias atuais, vivemos em constante mudanças. Muitas vezes nos sentimos atropelados pelo tempo. As mudanças nos exigem escolhas!
 Quando falamos em Educação e Tecnologia, sentimos na maioria das vezes, medo e insegurança, parece estarmos pisando em terra desconhecida, e quando aliamos estes dois conceitos a Inclusão, o mundo parece desabar.
É assim, que vocês se sentem?
A EDUCAÇÃO, nos leva a pensarmos em metodologias mirabolantes que façam o aluno aprender, conhecer, pesquisar e inserir-se no mundo. E ai mais uma vez questionamos, que sentido damos a Educação? Em quem e no que pensamos, quando nos propomos a ensinar?
Pois bem, quando nos deparamos com a dita “Tecnologia”, logo pensamos em o que fazer com as ferramenta que temos em nossas mãos?
Nos questionamos a todo momento. E quando entra em cena a INCLUSÃO?
Os olhos parecem não terem direção, as mãos gelam, o coração parece saltar a boca, e mais uma vez o medo é o protagonista da história.
Existem respostas para tudo o que pensamos? Fazemos com que os nossos conhecimentos e com que a teoria a qual estudamos, sejam a nossa prática?



DUTRA, E. M. S. Compreensão das tentativas de suicídio de jovens sob o enfoque da abordagem centrada na pessoa. Tese (Doutorado em Psicologia) - Universidade de São Paulo, São Paulo, 2000.


ROCHA, A. N.; DELIBERATO, D. Tecnologia Assistiva para a criança com paralisia cerebral na escola: identificação das necessidades. Rev. Bras. Ed. Esp., Marília, v.18, n.1, p. 71-92, Jan.-Mar., 2011.
Disponível em < www.scielo.br/pdf/rbee/v18n1/a06v18n1.pdf  >. Acesso em 09 de setembro, 2014.

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