Ao lermos e analisarmos o artigo “ nos deparamos com
novos conceito e com um novo ideal de Educação para crianças com Paralisia
Cerebral. A leitura sobre o assunto nos permite entender como cada vez mais,
faz-se necessário preparar os professores para atuarem em sala de aula com
crianças com necessidades educacionais especiais.
Ficou nítido, com a leitura a qual
fizemos a real fragilidade das escolas em adaptar-se as dificuldades colocadas
a ela, bem como a preparação de uma equipe que envolve desde a gestão até os
funcionários inseridos no meio escolar.
O uso da tecnologia assistiva na escola
demanda não somente o recurso, mas também um serviço que ofereça estratégias
para o seu uso. É necessário que toda a dificuldade seja observada, para ser
bem trabalhada, dando ao aluno a assistência correta e desenvolvendo, assim,
habilidades que o levem a se reconhecerem como seres humanos capazes de
aprender e interagir no meio o qual estão inseridos.
Vale ressaltar,
inclusive, o caráter de poder-ser que esta noção comporta, ao incluir a
perspectiva de passado, presente e futuro, na vivência atual, que se abre para
um projeto que se situa sempre numa possibilidade de ser, e que não se fecha ou
se encerra aí. Pois na medida em que as experiências surgem e eu me volvo para
elas, sou capaz de seguir esse fluxo e me situar diante do mundo, assumindo
escolhas e projetando na existência que essa experiência revela e nela me
envolve (DUTRA, 2000, p. 53).
Com isso, vimos a real necessidade da
preparação e capacitação dos professores, não admite-se mais professores sem o mínimo
de conhecimento em inclusão, pois os alunos já estão em sala de aula, e é o
nosso papel incluí-los e não apenas integrá-los nos meios educacionais.
APENAS
PARA UMA BREVE REFLEXÃO
Nos dias atuais, vivemos em constante
mudanças. Muitas vezes nos sentimos atropelados pelo tempo. As mudanças nos
exigem escolhas!
Quando
falamos em Educação e Tecnologia, sentimos na maioria das vezes, medo e
insegurança, parece estarmos pisando em terra desconhecida, e quando aliamos
estes dois conceitos a Inclusão, o mundo parece desabar.
É assim, que vocês se sentem?
A EDUCAÇÃO, nos leva a pensarmos em
metodologias mirabolantes que façam o aluno aprender, conhecer, pesquisar e
inserir-se no mundo. E ai mais uma vez questionamos, que sentido damos a
Educação? Em quem e no que pensamos, quando nos propomos a ensinar?
Pois bem, quando nos deparamos com a
dita “Tecnologia”, logo pensamos em o que fazer com as ferramenta que temos em
nossas mãos?
Nos questionamos a todo momento. E quando
entra em cena a INCLUSÃO?
Os olhos parecem não terem direção, as mãos
gelam, o coração parece saltar a boca, e mais uma vez o medo é o protagonista
da história.
Existem respostas para tudo o que
pensamos? Fazemos com que os nossos conhecimentos e com que a teoria a qual
estudamos, sejam a nossa prática?
DUTRA,
E. M. S. Compreensão das tentativas de suicídio de jovens sob o enfoque da
abordagem centrada na pessoa. Tese (Doutorado em Psicologia) - Universidade de
São Paulo, São Paulo, 2000.
ROCHA, A. N.; DELIBERATO, D. Tecnologia Assistiva para a criança com paralisia cerebral na escola: identificação das necessidades. Rev. Bras. Ed. Esp., Marília, v.18, n.1, p. 71-92, Jan.-Mar., 2011.
Disponível em < www.scielo.br/pdf/rbee/v18n1/a06v18n1.pdf >. Acesso em 09 de setembro, 2014.
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