Em
um contexto, que envolve diversas dúvidas, contamos com uso das novas
tecnologias, sendo a Tecnologia Assistiva a que vem para contribuir com o processo
de evolução do saber, nos portadores de Paralisia Cerebral. A educação neste
processo de ensinagem, é mediada pela Tecnologia, que conta com profissionais
que buscam na maioria das vezes, e de acordo com suas condições evoluir em seus
conhecimentos, para ter assim, condições de saber manusear as ferramentas
tecnológicas, e mais importante que este manuseio, o envolvimento com quem
precisa de seu auxilio, que neste caso é o do paralisado cerebral.
A paralisia cerebral não deve ser considerada como uma
doença, visto que compreende uma lesão irreversível e não evolutiva do
encéfalo, não podendo ser curada. Entretanto, a atenção, reabilitação física,
educação, adaptações e intervenções adequadas e eficazes, podem melhorar
significativamente a capacidade funcional de indivíduos com paralisia
cerebral.
A Internet e a cibercultura precisam da aceitação do outro,
pois reúnem pessoas de diferentes locais que compartilham virtualmente, um
espaço de busca de interesses e objetivos. Esse fenômeno virtual interativo
está em expansão, a partir dele tem-se uma possibilidade de nos educarmos
mutuamente tendo em vista que a presença do outro é necessária, a exemplo dos
fóruns de discussão e dos chats.
O uso de Software adequados e adaptados para o portador de
paralisia cerebral e as Tecnologias Assistivas podem ser recursos excelentes na
aprendizagem das pessoas com necessidades educacionais especiais. O uso de
novas tecnologias é uma forma de possibilitar a pessoa com Paralisia Cerebral,
obter uma interação social de maior aceitação, por parte dele próprio e das
pessoas que os rodeiam. A expressão de seus sentimentos, desejos e necessidades
se tornam mais compreensíveis, através de um programa de comunicação
alternativa. Esses softwares possibilitam diferentes alternativas de acesso,
seja por meio do uso dos periféricos presentes no próprio computador como:
teclado, mouse adaptado, joystick ou através de recursos mais sofisticados
como: tela sensível ao toque ou acionadores externos de pressão, tração, sopro,
voz e outros. O acionamento pode ser realizado por diferentes partes do corpo:
cabeça, braço, mão, perna, pé, boca, olhos, etc. A escolha do tipo de
acionamento, leva em consideração a condição motora da pessoa e o seu movimento
mais voluntário. Já o acionador externo (SWITCH), refere-se a um dispositivo
que é acoplado no Joystich adaptado para possibilitar a pessoa com dificuldades
motoras ter acesso ao Software escolhido de acordo com suas necessidades.
ORLANDO, F.R et al. O
uso do software comunique como recurso tecnológico no processo de ensino e
aprendizagem de aluno (s).
Disponível em< http://seer.ufrgs.br/index.php/renote/article/view/14245/8161>
Acesso em: 08 de outubro, 2014.
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